“A CIDADE QUE É UM PAÍS!”: O TRABALHO DE ASSISTENTES SOCIAIS NO SUAS NA CIDADE DE SÃO PAULO

DAMARES VICENTE

Resumo


Resumo: O artigo analisa as consequências negativas da gestão de cunho funcionalista no SUAS quanto à definição da direção, conteúdos e significados do trabalho, por meio de depoimentos de assistentes sociais do setor público municipal que trabalham em CRAS, CREAS E CENTRO-POP. A divisão social e técnica do trabalho define para trabalhadores/as das entidades sociais a execução do trabalho social e para trabalhadores/as públicos/as, a supervisão das entidades sociais. Conclui-se que esse modelo tende a produzir consequências deletérias na qualidade dos serviços prestados e originar conflitos e questões éticas que acirram desgastes, especialmente desgaste mental.

Palavras-chave: trabalho; assistentes sociais; SUAS; funcionalismo.


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