CAMPO INTELECTUAL, CAMPO POLÍTICO: “CAMPO DE PODER”. O INSTITUTO SUPERIOR DE ESTUDOS BRASILEIROS (ISEB) ENTRE REPRESENTAÇÕES NA DÉCADA DE 1950

Cleber Ferreira dos Santos

Resumo


O ISEB alcançou rapidamente em sua primeira fase a maior repercussão nos meios intelectuais e políticos do Brasil, e mesmo da América Latina. Era a manifestação de um pensamento novo, que correlacionava criticamente à problemática brasileira com a universal no Brasil dos anos 50, convergindo as para representações do (sub) desenvolvimento como um projeto de educação. Assim sendo, o presente trabalho tem por objetivo destacar o campo político e intelectual a qual esteve inserido os isebianos históricos, apontando para rupturas dentro e fora do Instituto vivido por seus intelectuais. Assim, atentando-se para a relação entre o intelectual e a circulação de representações, buscaremos em Roger Chartier (1990, 2002, 2007) o conceito de Representações; já o conceito de Campo está em concordância com Pierre Bourdieu (1986, 2002), para assim compreendermos o modo que se formou o campo de poder entorno do ISEB.

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