Balada triste de trompeta e a filosofia da violência

Bajonas Teixeira de Brito Junior

Resumo


O artigo analisa o filme de Álexis de la Iglesia, Balada triste de trompeta, Espanha-França, 2010, tomando por referência diversos traços da topologia da violência no século XX (a guerra civil espanhola, o nazismo, o terrorismo, etc.) e a reflexão sobre a violência desenvolvida pela filósofa Hannah Arendt. As conclusões apontam para o fato de que o filme, ao incorporar a violência na própria linguagem narrativa, assimila gradualmente os efeitos da violência até o ponto de, propositadamente, identificar-se com a estética hollywoodiana como uma mera linguagem da violência.

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