“Dem Willen zum Leben ist das Leben gewiß”: vida e finalidade em Schopenhauer

William Mattioli

Resumo


Neste artigo, pretendo discutir o problema da vida em Schopenhauer a partir da perspectiva de sua metafísica da natureza, que implica uma concepção teleológica da evolução das formas de manifestação da vontade segundo uma hierarquia de seus graus de objetivação. Meu ponto de partida é a fórmula schopenhaueriana mediante a qual o autor apresenta sua concepção básica acerca da essência de todo fenômeno: a “vontade de vida”. Investigarei se e em que medida a noção de vida que encontramos em sua filosofia da natureza, a partir do conceito de “força vital” (Lebenskraft), o compromete ou ao menos o aproxima de uma posição que podemos chamar de vitalista, e isso com base na distinção entre três sentidos e graus de abrangência que podemos atribuir a uma tal posição: desde uma posição menos onerosa do ponto de vista metafísico e mais moderada no que diz respeito às suas pretensões, a uma posição mais radical, estrita, universalista e metafisicamente mais robusta. O trabalho que se segue é a primeira parte de um estudo sobre o problema da vida e da força vital em Schopenhauer, que será continuado numa segunda parte.


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