Sobre a Revista

Argumentum foi uma publicação semestral de 2009 a 2015, passando a quadrimestralidade a partir de 2016. É vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Política Social da Universidade Federal do Espírito Santo. Classificada como A1, pelo Qualis Periódicos. De natureza acadêmica, possui caráter interdisciplinar e propõe-se a publicar pesquisas, artigos e discussões nos eixos Política social, Estado e Sociedade e suas diversas interações. Também abre espaços a outros trabalhos de relevância para a temática, segundo as Políticas de Seção.

A missão da revista é Ser um periódico de excelência na área de Serviço Social por meio da publicação de pesquisas, artigos e discussões nos eixos Política social, Estado e Sociedade e suas diversas interações.

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Prorrogação de Submissões de Artigos V.14, N. 02 e 03, 2022

2021-11-22

Número 02, Tema: Movimentos sociais e democracia: o avanço do autoritarismo e a resistência popular na América Latina

Ementa: Em tempos de recrudescimento da crise terminal do capitalismo em seu estágio de domínio do capital especulativo e parasitário, a erosão das democracias liberais em todo o mundo tem sido a resposta a uma dificuldade cada vez maior em produzir consensos capazes de acomodar os interesses tanto das frações das classes dominantes, quanto das parcelas ainda empregadas e organizadas da classe trabalhadora e das massas destituídas de empregos, salários, direitos e políticas sociais. Na América Latina, as respostas da burguesia tem sido um avanço ainda maior sobre o fundo público, sobre os direitos das e dos trabalhadores e o fechamento dos escassos canais democráticos com a perseguição às oposições, a violência letal contra movimentos sociais e manifestações e o cerceamento à atividade parlamentar. A despeito desse quadro de restrições à democracia e avanço do autoritarismo, crescem as organizações das classes trabalhadoras, a solidariedade de classe e as manifestações de extrema insatisfação nas ruas das cidades latino-americanas. Mapear as resistências e o que de novo anunciam na direção não apenas do enfrentamento a todas as formas de exploração e opressões vivenciadas em nossas sociedades, mas da construção de outras formas de produção e reprodução da vida, em que a preservação das vidas humanas e do ambiente seja a única prioridade, é uma importante tarefa do presente momento.    

Recebimento de Submissões: De 01 dezembro de 2021 a 31 de janeiro de 2022

Lançamento: Maio/Ago. de 2022

 

Número 03, Tema: Trabalho, emprego e renda: as condições de vida de trabalhadoras e trabalhadores em tempos de domínio tecnológico na produção.

Ementa: A Lei 13.467/2017, aprovada em 2017 sob o Governo Temer, chancelou quase duas décadas de ataques à Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) e colocou ainda mais desafios para a classe trabalhadora brasileira que hoje enfrenta um avançado processo de esfacelamento dos parâmetros legais públicos, bem como dos coletivos em geral, que regulam as relações trabalhistas. Vimos uma forte ofensiva política e ideológica nos espaços da produção, com fortes impactos nos da reprodução, que se somaram às profundas mudanças técnicas e tecnológicas no mundo do trabalho e encontram nesse cenário de desregulamentação um solo fértil para difundir as atividades uberizadas. O resultado desse processo é revelado pelos números de desempregados/as e informais: 14,7% e 39,6% respectivamente, segundo a última publicação do IBGE de 05/2021. A esses dados soma-se o número de subutilizados que, segundo esta mesma publicação, alcançou 33,2 milhões de trabalhadores/as, o recorde da série. Podemos afirmar que metade da força de trabalho brasileira hoje não encontra amparo legal nas atividades que exercem e está desassistida de políticas de geração de emprego e renda. O crescimento da pobreza e da miséria são reflexos desse cenário. Todavia, o drama não cessa por aí. Mesmo os/as formais enfrentam um rápido crescimento dos acidentes e adoecimentos decorrentes do trabalho. Urge a compreensão de todo esse processo e também das resistências de trabalhadores/ras, para que possam ser vislumbradas alternativas à crise.

Recebimento de Submissões: De 01 de dezembro de 2021 a 28 de fevereiro de 2022

Lançamento: Set./Dez. de 2022

 

 

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Edição Atual

v. 13 n. 2 (2021): A ascensão da extrema direita e as consequências para as democracias
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Publicado: 2021-08-31

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