SADEBE 2.0: estrutura de programação para sistemas de apoio à decisão em saúde
DOI:
https://doi.org/10.47456/bjpe.v12i2.51720Palavras-chave:
Saúde, Sistemas de Apoio a Decisão Clínica, Tecnologia da InformaçãoResumo
O SADEBE 2.0 apresenta uma estrutura de programação aprimorada voltada ao desenvolvimento de Sistemas de Apoio à Decisão em Saúde, com ênfase na padronização, integração e eficiência no processamento de dados clínicos. Em relação à versão original, incorporou novos módulos, ampliou a interoperabilidade e introduziu mecanismos avançados de análise, fortalecendo o suporte à tomada de decisão de profissionais e gestores com base em evidências científicas. Além disso, o sistema passou a empregar dois métodos de apoio à decisão Random Forest e Hidden Naive Bayes ampliando a robustez e a precisão das recomendações clínicas. Fundamentado em regras clínicas validadas, o SADEBE 2.0 possibilita a construção de um fluxo decisório claro, objetivo e confiável, orientando condutas de enfermagem de forma sistematizada e segura. A implementação em PHP contribuiu para uma interface intuitiva, garantindo processamento eficiente das regras clínicas e integração com banco de dados para armazenamento de evidências e registros assistenciais. Dessa forma, o sistema fortalece a prática profissional da enfermagem, promovendo maior precisão, agilidade e segurança no cuidado ao paciente.
Downloads
Referências
Berner, E. S. (Ed.). (2016). Clinical decision support systems: theory and practice (3rd ed.). Springer.
Haris, N. A., & Hasim, N. (2019). PHP frameworks usability in web application development. International Journal of Recent Technology and Engineering. https://doi.org/10.35940/ijrte.C1020.1083S19
Laaziri, M., et al. (2019). A comparative study of Laravel and Symfony PHP frameworks. International Journal of Electrical and Computer Engineering, 9(1), 704-712.
Fernandes, M. L. (2024). Nova modelagem para um sistema de apoio à decisão para enfermagem baseada em evidências: O SADEBE versão 2.0 (Dissertação de mestrado). Universidade Federal da Paraíba.
Galvão, C. M., Sawada, N. O., & Trevizan, M. A. (2004). Revisão sistemática: recurso que proporciona a incorporação das evidências na prática da enfermagem. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 12(3), 549-556.
Hu, Y., et al. (2016). An analysis of GitHub repositories. SpringerPlus.
Kawamoto, K., et al. (2005). Improving clinical practice using clinical decision support systems: a systematic review of trials to identify features critical to success. BMJ, 330, 765-768.
Sackett, D. L., et al. (1996). Evidence-based medicine: what it is and what it isn't. BMJ, 312, 71-72.
PHP: The Right Way. (2023). Recuperado de https://phptherightway.com
Marin, H. F. (2010). Informática em enfermagem: Desafios e perspectivas. Acta Paulista de Enfermagem, 23(5), 745-748.
Melnyk, B. M. & Fineout-Overholt, E. (2019). Evidence-based practice in nursing & healthcare: A guide to best practice (4th ed.). Wolters Kluwer.
Sabbatini, R. M. E. (1999). Sistemas de apoio à decisão médica. Informática Médica, 2(1), 7-13.
Shortliffe, E. H. & Cimino, J. J. (Eds.). (2021). Biomedical informatics: computer applications in health care and biomedicine (5th ed.). Springer.
Welling, L. & Thomson, L. (2016). PHP and MySQL web development (5th ed.). Addison-Wesley.
Smeltzer, S. C., Bare, B. G., Hinkle, J. L., & Cheever, K. H. (2016). Brunner & Suddarth: tratado de enfermagem médico-cirúrgica (13ª ed.). Guanabara Koogan.
Aronson, J. E., Liang, T.-P., & MacCarthy, R. V. (2005). Decision support systems and intelligent systems. Pearson Prentice Hall.
Ministério da Saúde. (2013). Política nacional de segurança do paciente. Recuperado de http://bvsms.saude.gov.br
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Fernandes, M. de L., Chaves, E. V. de S., Sales, A. B., Bezerra, R. D., & Albuquerque, S. L. S. C. de.

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Todos os trabalhos publicados na Brazilian Journal of Production Engineering (BJPE) estão licenciados sob a Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0).
Isso significa que:
-
Qualquer pessoa pode copiar, distribuir, exibir, adaptar, remixar e até utilizar comercialmente os conteúdos publicados na revista;
-
Desde que sejam atribuídos os devidos créditos aos autores e à BJPE como fonte original;
-
Não é exigida permissão adicional para reutilização, desde que respeitados os termos da licença.
Esta política está em conformidade com os princípios do acesso aberto, promovendo a ampla disseminação do conhecimento científico.


2.png)

























































