Who Nose Best? A Sensory-Ethical Approach to Aldous Huxley’s Eyeless in Gaza

Autores

  • Ákos Farkas Eötvös Loránd University of Budapest - ELTE

Resumo

RESUMO: Este artigo busca demonstrar que Sem olhos em Gaza, de Aldous Huxley, é um romance memorialista tão exemplar quanto modelos amplamente reconhecidos desse subgênero, como trabalhos relevantes de James Joyce, Virginia Woolf ou William Faulkner e, sobretudo, Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust. Por meio de uma cuidadosa comparação do Bildungsroman escrito por Huxley na metade de sua carreira e o celebrado romance sequencial de Proust, essa contribuição à edição especial da Contexto propõe demonstrar como o emprego de métodos e conceitos dos estudos literários cognitivos suplementado com insights relevantes da crítica ética pode aprimorar nossa compreensão acerca de como literatura e ciência se complementam. Na conclusão, propõe-se que se Proust foi neurocientista da beleza, então Huxley pode ser concebido com um cientista cognitivo do bem, e ambos como investigadores da verdade.


PALAVRAS-CHAVE: Huxley. Proust. CLS. Olfato. Crítica ética.

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Publicado

2021-07-20