Mulheres e homens em jornadas sem limites: docência, gênero e sofrimento

Autores

  • Izabel Cristina Ferreira Borsoi UFES
  • Flavilio Silva Pereira Silva Pereira

DOI:

https://doi.org/10.22422/2238-1856.2011v11n21p119-145

Resumo

Este artigo visa discutir aspectos da atividade acadêmica que impactam a saúde dos docentes e o modo de organizar o seu tempo dentro e fora do âmbito laboral, considerando as diferenças de gênero. A pesquisa foi realizada na UFES e abordou 96 professores efetivos (56 homens e 40 mulheres). A maioria deles declara extrapolar a jornada laboral regular e estar sobrecarregada. Dentre as queixas relativas à sua saúde, predominam aquelas de ordem psicoemocional e/ou psicossomática. Quanto ao gênero, as mulheres declaram jornadas de trabalho mais extensas, usam medicação prescrita com maior frequência e apresentam mais sintomas de sofrimento ou adoecimento.

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Biografia do Autor

Izabel Cristina Ferreira Borsoi, UFES

Psicóloga, Mestre em Psicologia Social, Doutora em Sociologia e professora do Departamento de Ciências Sociais e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

Flavilio Silva Pereira Silva Pereira

Cientista social pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e mestrando em Sociologia Política na Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF).

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Publicado

2012-05-10