MOVIMENTOS SOCIAIS E O DEBATE SOBRE A COMUNICAÇÃO NA ATUALIDADE

Autores

  • Célia Barbosa da Silva Pereira Universidade Federal do Espírito Santo
  • Franciani Bernardes Universidade Federal do Espírito Santo

DOI:

https://doi.org/10.22422/temporalis.2019v19n38p52-64

Resumo

Este artigo resulta de uma pesquisa empírica[1], qualitativa, que visa conhecer como movimentos sociais feministas consolidados têm se apropriado das tecnologias da informação e comunicação (TICs) como ferramentas de mobilização e organização política. Busca verificar a proximidade com uma tendência movimentalística anunciada com a eclosão de protestos massivos e movimentos sociais a partir de 2011, que centralizam o uso das TICs. Apesar dos movimentos analisados terem encontrado na internet um espaço para a organização política, esse ambiente não se torna central e nem substitui os mecanismos tradicionais de mobilização e divulgação, como o contato pessoal, telefônico, o uso cartazes, faixas, distribuição de panfletos, entre outros. Ademais, tais tecnologias são apropriadas por esses movimentos, levando em conta suas potencialidades e limitações.


[1] Este trabalho foi submetido no Comitê de Ética da Universidade Federal do Espírito Santo e utiliza de todos os procedimentos éticos exigidos. Número CAAE: 66051917.4.0000.5542, submetido em 20 de março de 2017.

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Biografia do Autor

Célia Barbosa da Silva Pereira, Universidade Federal do Espírito Santo

Pesquisadora do Núcleo de Estudos em Movimentos e Práticas Sociais da Ufes (NEMS/Ufes)

Franciani Bernardes, Universidade Federal do Espírito Santo

Pós-doutorando do Programa de Pós-Graduação em Política Social da Universidade Federal do Espírito Santo

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Publicado

2019-12-19